A greve dos funcionários do Banco da Amazônia completa nesta quarta-feira (30), 65 dias paralisação

Intransigência da diretoria do Basa impede o fim da greve histórica da categoria

A greve dos funcionários do Banco da Amazônia completa nesta quarta-feira (30), 65 dias paralisação e de luta categoria por seus direitos. Importante destacar que durante todo esse período a diretoria do Basa não demonstrou nenhum interesse em negociar seriamente com os bancários. Ao contrário, teve postura marcada pelo profundo desrespeito com seus funcionários, apresentando propostas indecentes, que não suprem as necessidades dos trabalhadores.

Na sexta-feira (25), durante manifestação realizada em frente à agência da matriz, os diretores da AEBA, José Hermógenes, Marlon George e Andrea Amaral, e o Conselheiro Fiscal suplente da AEBA, Neynaldo Silva reiteraram a importância da continuação da greve até o julgamento do dissídio.

O presidente da AEBA, Silvio Kanner, deixou claro que esses mais de 60 dias em greve significam muito para a categoria.

– Continuamos na luta para conquistar a vitória, fechando um acordo que atenda as nossas necessidades. Na quinta-feira (24), abrimos mais um importante processo de negociação com o Banco. Apresentamos, formalmente, uma contraproposta articulada com as entidades representativas da categoria. Esperamos que seja fortalecido este processo de luta entre os empregados, precisamos estar unidos e mobilizados, pois muita coisa ainda precisa ser conquistada, disse Kanner.

Com ênfase na questão do reembolso Saúde, a contraproposta elaborada em conjunto com representantes da categoria, AEBA, SEEB/MA e apresentada em 24/11, ao Banco, foi recusada pela diretoria e o comunicado encaminhado à AEBA no final da manhã do dia 25/11, com a justificativa por parte da direção do Basa de que as negociações encerraram-se no dia 19/10, véspera das assembleias que rejeitaram a última proposta apresentada oficialmente pela direção do Basa, e que dois dias depois, em 21/10, o Banco interpôs ação de Dissídio Coletivo perante o TST, voltando a apresentar soluções negociais, de única e exclusivamente atendimento às autoridades judiciais, a quem compete, agora, decidir o Dissídio instaurado.

A greve dos funcionários do Banco da Amazônia (Basa) teve início no dia 27 de setembro e a categoria reivindica, entre outras melhorias, reajuste salarial, adiantamento do décimo terceiro salário, auxílio-alimentação, adicional noturno, dentre outros.

Com informações e foto do site da AEBA com redação final da equipe do blog [Marinor Brito]

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