Eleições em Belém | Um projeto do POVO versus um projeto da Elite

Lázaro Araújo

[Lázaro Araújo]

Essa é a disputa verdadeira para a prefeitura de Belém.
Pense muito bem nisso e decida certo no dia 28 de outubro.

PROJETO DO POVO – O verdadeiro projeto popular

Edmilson é filho de trabalhadores. Lutou sempre, durante toda sua vida, para conseguir melhorias para a classe trabalhadora. Por causa dessa luta, levou porrada da reacionária polícia da e

lite.
É paraense, de Belém do Pará. Arquiteto graduado pela Universidade Federal do Pará, com especialização em Desenvolvimento de Áreas Amazônicas e mestrado em Planejamento do Desenvolvimento, pelo Núcleo de Altos Estudos Amazônicos (NAEA).
Edmilson é formado em Arquitetura. Também é professor do Instituto de Ciências Agrárias da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA). É, ainda, mestre em urbanismo e doutor em geografia humana pela Universidade de São Paulo (USP). É fundador do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará (Sintepp), sendo o primeiro presidente.
Foi prefeito de Belém entre 1997 e 2004. Ganhou três prêmios da ONU, como prefeito que cuida das crianças. Em 2010, candidatou-se a deputado estadual pelo PSOL, sem coligação. Conquistou, ao mesmo tempo, dois títulos: o de deputado estadual mais votado da história do Pará e o de deputado eleito com a campanha mais barata, entre todos os seus pares.
Escritor, é autor dos livros “Aventura Urbana: urbanização, trabalho e meio-ambiente”; “Os Desafios da Metrópole: reflexões sobre o desenvolvimento para Belém”; “Estado Nacional, Cidades e Desenvolvimento”, e “Do Mito da Sustentabilidade Capitalista à Construção Social da Utopia”.
Veja bem, Edmilson Rodrigues, além de estudioso é um trabalhador. Portanto, sabe onde aperta o calo do trabalhador, da trabalhadora. Além de preparado e competente, Edmilson tem sensibilidade e defende os mais excluídos da sociedade capitalista.
O governo de Edmilson é voltado para a gente que mora na periferia, no subúrbio, na favela, nos conjuntos habitacionais e nas áreas de invasão, principalmente. É possível fazer política sem roubar o dinheiro público e sendo fiel aos interesses do povo.PROJETO DA ELITE – O falso projeto popular

Zenaldo Coutinho é filho dos ricos. Faz parte da elite – burra – que atua no Brasil, no Pará e em Belém. Nunca trabalhou. Quando estudante, era visto por seus colegas de escola como boçal e arrogante. Olhava as pessoas de cima pra baixo, discriminando, como se tivesse o rei na barriga.
Na história dele, está dito que é advogado, mas nunca atuou como profissional do direito. Portanto, nunca trabalhou. Sempre foi um político profissional, defensor dos projetos da elite.
Zenaldo entrou na política aos 21 anos, como vereador. Desde então, nunca mais largou as “tetas da boa mãe”, deles. Foi deputado estadual por várias legislaturas. Na época, chegou a ser presidente da Assembleia Legislativa (Alepa). Período (1995-1996), em que nomeou Mônica Pinto, ex-servidora do órgão, principal envolvida no caso do desvio de dinheiro público da Alepa.
Para ser beneficiada com a redução da pena, caso seja condenada, Mônica recebeu o benefício da delação premiada, para colaborar com as investigações. Ou seja, ela é a X-9, no popular. É ela quem faz a denúncia de fraudes e desvios de recursos públicos no legislativo paraense, que já superam R$ 140 milhões.
O Ministério Público centraliza as investigações do caso sobre as gestões do ex-presidente da Casa e hoje senador tucano Mário Couto (PSDB), sucessor de Zenaldo Coutinho no cargo. São parceiros da mesma política da elite. Hoje, Coutinho é deputado federal e ajuda no governo de Jatene, também tucano.
Tem muita gente que trabalhou muito mais do que ele contra a divisão do Pará. Ele diz que foi ele quem impediu a divisão. Não é verdade. Fomos muitos, principalmente na internet. Zenaldo é um político profissional que defende os projetos da elite, volto a repetir. Fala de união, como se fosse com o povo, mas mente. Essa união é com os parceiros dele.
Zenaldo era deputado estadual quando Almir Gabriel mandou matar os 19 Trabalhadores Rurais Sem Terra, na Curva do “S”, em Eldorado dos Carajás, no dia 17 de abril de 1996. Portanto, era deputado da base de apoio do governador tucano. Também apoiou a privatização da Celpa, com demissão de vários trabalhadores. Hoje, a Celpa foi vendida para um grupo do Maranhão por 1 real.
Usa o mesmo discurso do Dudu, de união e de que não quer briga. Deu apoio pro Dudu assim como Dudu tá dando apoio pra ele. E vocês viram no que é que deu. Esse é o cara que fala de governo para o povo. Esse é o falso.

Frente Belém 50!!

Lázaro Araújo é jornalista.
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